A ciência avançou a passos agigantados, e, também penetrou em profundidades e espaços que até relativamente pouco tempo eram inatingíveis; o que ontem era excluído ou desconhecido hoje surge com um poder inusitado; mas o que foi admitido sem reticências e hoje é questionado deixa uma marca indelével, um rastro de compromissos incrustados na mente que não é possível desenraizar de um único talho; para mudar, será necessário enfrentar duas tensões: primeira esquecer-se do aprendido, segundo, entender que a realidade não se revela em suas verdadeiras dimensões e tende ao homem armadilhas.
Para tanto, este foi um artigo realizado pela equipe de monografias e apoio a dissertação AC
Desaprender é sem lugar a dúvidas um dos desafios mais desafiantes que enfrenta o homem de hoje e é isso o que ressalta Edgar Morin (2000: 21): “Estou cada vez mais convencido de que nossos princípios de conhecimento ocultam o que em adiante é vital conhecer“. O mesmo se dá nos cursos de mestrado brasileiros, onde os paradigmas educacionais se encontram em constante mutação, o que pode ser observado através do trabalho em pesquisas desenvolvidas.
Os paradigmas que fizeram carreira encontraram uma aparente concordância com a realidade, mas agora quando se está consciente dos múltiplos rostos que assume se abrem inquietudes que é preciso dissuadir. A nova ciência se enfrenta a este tipo de fenômenos e a complexidade e o caos são uma mostra eloqüente, pelo que para compreendê-los terá que fazer uso de altas doses de recursividade, abertura da mente e ao tempo tomar as precauções que faz Karel Kosik (GRIFFIN, 2001:1): “Se a aparência fenomênica e a essência das coisas coincidissem totalmente, a ciência e a filosofia seriam supérfluas“.
A complexidade e, particularmente, o caos foram caluniados e vilipendiados. Sobre sua notável humanidade choveu e caíram raios e centelhas. Foram desvirtuados até chegar ao ponto da desnaturalização. As primeiras pontadas para compreendê-los se encaminham a armar o quebra-cabeça da complementaridade entre ordem e desordem tomando como referência conceitualizações teóricas que adquirirão sentido quando se apliquem à Complexidade da vida cotidiana e das impressões da complexidade da economia e a organização.
Este artigo tem como proposta o estudo dos envolvimentos filosóficos e metodológicos da teoria do caos e a sensibilidade às condições iniciais sobre o conceito de complexidade, o paradigma científico, a análise econômica e o enfoque para seu estudo e a gestão empresarial. Assim, a Ad Pesquisas Prontas para auxilio em monografia tem como missão auxiliar ao estudante a conhecer novas áreas do conhecimento.
A possibilidade de gerar comportamentos aparentemente erráticos a partir de sistemas deterministas simples influiu no desenvolvimento do significado do vocábulo complexidade, passando de uma complexidade quantitativa tradicional a uma complexidade qualitativa, na qual ressaltam a importância da globalidade, as relações não lineares de retroalimentação positiva e as propriedades emergentes. (GOSWAMI, 2003)
Da mesma forma, e conseqüentemente, também se traduziria nas novas técnicas a aplicar na gestão empresarial em um meio complexo, baseadas na importância dos conceitos de comportamento qualitativo, retroalimentação, desordem, globalidade, adaptabilidade, flexibilidade, instabilidade, endogenia, criatividade, aprendizagem, integração e fractalidade (STREATFIELD, 2001)
Para maiores informações sobre a teoria do caos

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